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Racismo policial | Manifestantes fazem protesto no MASP contra policiais que mataram jovem negro que almoçava

Os policiais alegam ter confundido marmita do jovem com arma. Os manifestantes levaram 200 marmitas à manifestação como forma de protesto à violência policial.

terça-feira 26 de outubro | Edição do dia

Foto: Fábio Tito/g1

Após uma semana do assassinato do jovem negro Gabriel Augusto Hoytil Araújo, manifestantes se reuniram hoje (26/10) em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) para repudiar a ação da polícia e exigir justiça.

O assassinato de Gabriel Augusto ocorreu na última semana durante uma operação policial no Morro do Piolho, localizado na zona sul. O rapaz de apenas 19 anos havia feito uma parada para o almoço, após passar toda a manhã vendendo água no trânsito. Enquanto almoçava, foi baleado pelos policiais que alegam ter confundido a marmita com uma arma de fogo.

"Como confundem uma marmita com um revolver?", questionou Fabiana Hoytil da Silva, de 41 anos, mãe do jovem Gabriel. Fabiana participou da manifestação hoje, mas precisou ser levada ao hospital doas clínicas para ser medicada após passar mal de nervosismo.

A história de Fabiana é mais uma história das milhares de mulheres que todos os anos perdem seus filhos para a violência policial, que agride, tortura e mata jovens negros em todo o país. Nós do Esquerda Diário nos solidarizemos com Fabiana e seguiremos cobrindo mais esse caso, como também exigindo justiça para Gabriel Augusto. As polícias e seus mandantes, Doria, Ricardo Nunes e Bolsonaro, são responsáveis!




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