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Greve Por Vacina | “Kalil cortou ¼ do meu salário porque lutei por vacina”, dizem trabalhadores em vídeo

Na capital de Minas Gerais, o prefeito Kalil fez de tudo para forçar a volta às aulas de forma insegura, não querendo oferecer vacinas para os profissionais da educação. Agora que tal direito básico foi arrancado, Alexandre Kalil cortou ¼ do salário dos grevistas.

sábado 5 de junho | Edição do dia

Reprodução CUT/Agência Senado

Alexandre Kalil (PSD), atual prefeito de Belo Horizonte, atacou a greve dos professores por vacinas como pode: apelou para desmoralização; xingou de esdrúxula e egoísta; proibiu o trabalho remoto; o contato dos professores com as famílias e puniu os grevistas com o corte de ponto dos dias parados, sem a possibilidade de reposição. Mas nenhum desses ataques intimidou os trabalhadores da Educação, que permaneceram na luta até arrancar a vacina para todos.

Felizmente, a greve conseguiu arrancar esse direito básico, porém, os cortes nos salários de quem se manteve na linha de frente comprometeu um quarto dos salários do mês de abril. Em um cenário no qual os salários cheios já são insuficientes e o preço dos alimentos cresce perigosamente, esses trabalhadores encontram-se em situações muito difíceis.

Isso expressa o quanto Alexandre Kalil é um inimigo dos trabalhadores, fazendo com que padeçam ou pelo vírus, ou pela fome, não garantindo o mínimo para esses profissionais que cumprem um serviço tão necessário para a sociedade.

Veja vídeo das trabalhadoras da educação que tiveram um quarto de seus salários cortados:




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