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AUXÍLIO EMERGENCIAL | Guedes prevê novo auxílio emergencial sob o congelamento de salários por até 3 anos

Para liberar novo auxílio emergencial, com valor menor e menos beneficiados, Guedes pretende congelar salários dos servidores públicos federais por até 3 anos.

quarta-feira 17 de fevereiro | Edição do dia

Foto: Reprodução

O novo auxílio emergencial caminha para ser definido: entre R$200 e R$250, que é cerca de um décimo da média salarial brasileira; com duração de três ou quatro meses, com base nos atrasados planos de vacinação; para uma quantidade menor de beneficiários em comparação com o ano passado, ainda que para mais de 40 milhões de pessoas; e financiado pelo congelamento dos salários dos servidores públicos federais.

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Como já expresso neste diário, o auxílio seria grande serventia para a popularidade do governo Bolsonaro, ao mesmo tempo que é um desafio, liberar um benefício como esse e manter compromissos capitalistas como o teto de gastos. A saída encontrada pelo ministro Paulo Guedes, como viemos denunciando, passava por cobrar o preço de profundos ataques aos trabalhadores, sobretudo ao funcionalismo para liberar o auxílio.

O que já se sabia era a pressa do governo em aprovar a reforma administrativa, agora, mais especificamente, se delineia o congelamento de salários.

Não coincidentemente, são servidores públicos federais alguns dos protagonistas das principais lutas recentes no país: petroleiros, ecetistas dos Correios e bancários do Banco do Brasil. Também foram protagonistas das lutas contra os cortes na educação e ciência em 2019 os trabalhadores das universidades e institutos federais.

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