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Guedes faz chantagem, estender auxílio emergencial só se tiver reforma administrativa

Para criar novo programa de benefício aos pobres após o fim do auxílio emergencial, que termina em dezembro, Paulo Guedes vem afirmando que é necessário aprovar cortes de salário aos servidores públicos, uma referência à reforma administrativa. Guedes faz demagogia, mas a verdade é que quer cortar de pobres para dar aos mais pobres e assim salvar os bem ricos.

sexta-feira 13 de novembro| Edição do dia

Foto: Jorge Willian agência O Globo

O ministro da economia Paulo Guedes, em conversa de bastidores, defende o congelamento de salário de servidores públicos bem como a aprovação da reforma administrativa como a única alternativa para manter ou criar novos programas sociais como o auxílio emergencial. A condição imposta por Guedes visa esconder os altos privilégios da casta política e judiciária bem como manter fidelidade a um fluxo imenso de dinheiro público para as mãos de banqueiros e empresários por meio da fraudulenta dívida pública.

Somente a força da mobilização dos trabalhadores pode impor que sejam esses capitalistas bilionários que paguem pela crise. Pelo fim do pagamento da dívida pública, uma verdadeira bolsa banqueiro. Que todo político e juiz receba o mesmo salário de uma professora.

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