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AUXÍLIO EMERGENCIAL | Guedes cogita estender o auxílio emergencial e lançar um novo programa pensando nas eleições

A proposta do governo é estender por mais dois meses o auxílio miserável que hoje paga de 150 a 375 reais e lançar um novo programa a partir de outubro. Esse novo programa seria uma reformulação do Bolsa Família e visa a campanha de 2022.

terça-feira 8 de junho | Edição do dia

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Taxa de desemprego chegou a quase 15% (14,7) no primeiro trimestre de 2021. Um aumento de 0,8% em comparação com o último trimestre de 2020. São pelo menos 14,8 milhões de pessoas buscando um trabalho no país, 20 milhões de pessoas sem renda se levar em consideração os desalentados. Efeito das demissões em massa autorizadas por Bolsonaro e pelo STF que para atacar os trabalhadores estão juntos.

O bancos estão com lucros recordes, assim como muitas empresas que estão lucrando como nunca durante o caos sanitário e as milhares de mortes na pandemia. Com todos esses lucros astronômicos seria possível garantir um auxílio de ao menos um salário mínimo para todos os que hoje precisam se virar com 150 reais para se alimentar no mês. O governo no entanto se gaba do crescimento de 1,2% do PIB. Porém seguramente isso dependeu do arroxo salarial, do aumento da miséria e da fome e também das safras recordes de soja e da economia internacional comprando mais commodities do Brasil.

Os planos do governo no entanto, não são em criar programas sociais para responder aos problemas que sofrem os de baixo, pois o ministro Paulo Guedes criou o auxílio emergencial atrelado ao avanço das reformas, privatizações e dos ataques aos trabalhadores. O que eles tem em vista são as eleições de 2022. Segundo fonte do Ministério da Cidadania a proposta que está em discussão é estender em até 3 meses o auxílio como ele é hoje e em outubro lançar um novo programa social que sirva de carro chefe para a campanha eleitoral de 2022. Enquanto isso o governo segue dando mais de 1 trilhão de reais do orçamento anual para a ilegítima e fraudulenta dívida pública cujos credores são em grande parte os mesmos banqueiros que estão batendo recordes de lucros em meio à pandemia.

Leia também: Paulo Guedes faz investida com intentos privatistas em chantagem com programas sociais




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