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Greve da MRV | Greve da MRV em Campinas se amplia para Santa Bárbara D’Oeste

Após um mês de greve, com um forte boicote da mídia, a greve dos trabalhadores da construção civil da MRV em Campinas amplia para os canteiros de Santa Bárbara D’oeste onde os trabalhadores paralisaram a obra e votaram greve.

quinta-feira 12 de agosto | Edição do dia

Nesta terça-feira, dia 12 de agosto, a greve dos 700 trabalhadores da MRV em Campinas se ampliou para os canteiros de Santa Bárbara D`oeste. Os trabalhadores paralisaram a obra e votaram a adesão na greve.

Desde a última negociação com a empresa, 10 de agosto, mediada pela justiça, a greve entrou em uma nova fase com os trabalhadores lutando contra o assédio, ameaça de demissões por justa causa, boicote da mídia e intimidação polícia.

Mesmo depois de 30 dias de greve a empresa insiste em oferecer apena R$ 390 para os trabalhadores dos canteiros de obras, enquanto paga até R$ 38 mil para a chefia. Não suficiente, a empresa tem assediado os grevistas, com telefones exigindo o retorno ao trabalho, com ameaças de demissão por justa causa e com intimidações da polícia.

Após um mês de greve, com um forte boicote da mídia, a greve dos trabalhadores da construção civil da MRV em Campinas segue lutando pelo pagamento da PLR, contra os assédios da empresa e sua recusa em negociar. Os trabalhadores da maior construtora do país entraram em greve por sua situação precária, não possuem sequer papel higiênico nas obras, enquanto dono da MRV tem fortuna estimada em R$2,2 bilhões.

A resposta dos trabalhadores neste duro embate foi contundente ocupando um dos canteiros de obra e organizando piquetes para impedirem a entrada de empreiteiras terceirizadas.

A ampliação da greve para outros canteiros e a solidariedade ativa de outros sindicatos, trabalhadores e estudantes pode ser decisiva para o triunfo da greve contra a ganância da MRV e seu reacionário proprietário Rubens Menin.


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