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SAÚDE

Governo Bolsonaro dispensa 1.419 profissionais de saúde no Rio em meio à auge da pandemia

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdencial Social (Sindisprev-RJ) afirma que em meio a novo crescimento do número de casos e mortes no Rio de Janeiro, setores inteiros dos hospitais foram desmantelados e centenas de leitos estão inativos pela ausência de profissionais.

quarta-feira 3 de março| Edição do dia

Imagem: ADRIANO MACHADO / REUTERS

O governo Bolsonaro novamente demonstram seu desprezo pelos trabalhadores da saúde e pela população com essa medida. O ministro Pazuello, responsável direto pela grave crise de Manaus está novamente sujando suas mãos de sangue, dessa vez no Rio.

O Ministério da Saúde não renovou o contrato com aproximadamente 3600 trabalhadores dos 4 mil contratados em 2020 nesses hospitais. 2173 pessoas foram demitidas em dezembro e nesse fim de semana outros 1419 profissionais da saúde estão no olho da rua no meio do auge da pandemia no país.

Os governantes do Rio, Paes e Castro, são coniventes com essa situação de penúria dos hospitais federais, deixam as demissões ocorrerem sem nem mesmo se pronuniciarem sobre o assunto para não gerarem indisposição com o presidente, já que são em diversos sentidos, aliados. Quando se trata de fazer os trabalhadores pagarem pela crise não há qualquer divergência de opiniões entre os três. Tal como fica patente no contrato do governador com OS acusada de desvio de vacina da Covid renova contrato no valor de R$153 milhões e com Paes atrasando salários de funcionários terceirizados da prefeitura




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