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Greve da GM | GM pede à Justiça que declare abusiva a greve de trabalhadores por reajuste salarial

Com trabalhadores greve desde o dia 1/10, GM vai à Justiça do Trabalho pedir que greve seja considerada ilegal; trabalhadores exigem reajuste salarial que estava previsto para setembro deste ano.

quarta-feira 6 de outubro | Edição do dia

Foto: Rebecca Cook / Reuters

Com cerca de 4.100 trabalhadores em greve, a General Motors foi a Justiça do Trabalho alegando a greve como ilegal. Os trabalhadores estão em greve desde o dia 1º de Outubro, após a montadora se negar a pagar reajuste salarial de 10,42%, referente ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado em um ano, que seria pago integralmente, retroativo a 1º de setembro.

Ontem, 05/10, a juíza Raquel Gabbai de Oliveira negou o pedido da empresa, que tentava conseguir uma uma liminar para por fim à greve dos trabalhadores. A juíza marcou uma nova audiência para a próxima sexta-feira.

Cabe lembrar que via de regra a justiça atua ao lado dos patrões. Por isso é tão importante cercar de solidariedade a greve e fortalecê-la. Por isso, nós do Esquerda Diário nos solidarizamos com a greve dos trabalhadores da GM de São Caetano e seguiremos fazendo toda a cobertura em nossos materiais. A GM busca desrespeitar o direito de greve dos trabalhadores, previsto constitucionalmente. Sua decisão de levar a greve à Justiça para que seja considerada é absurda, uma vez que a própria montadora não garante o reajuste salarial dos trabalhadores previsto pelo INPC.

LEIA MAIS: Trabalhadores da GM/São Caetano seguem em greve na luta por seus direitos




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