Gênero e sexualidade

CONSTANTINO FAZ LIVE DEFENDENDO MACHISMO

Existe mulher vagabunda ou não?, fala o desprezível Constantino após ser demitido da Jovem Pan

Após ser demitido por legitimar a absurda sentença do “estupro culposo” no caso de Mari Ferrer ao vivo na Jovem Pan, Rodrigo Constantino faz live em seu canal no Youtube reafirmando todo o lixo misógino e machista.

quarta-feira 4 de novembro| Edição do dia

Rodrigo Constantino foi ao ar na Jovem Pan verbalizando todo o lixo misógino do bolsonarismo. Frente ao repúdio massivo de centenas de milhares, a Jovem Pan rapidamente demitiu o comentarista, que durante muito tempo destilou seu reacionarismo desprezível na rádio.

Pouco depois, foi ao ar com uma live no seu canal, não para hipocritamente se retratar, mas para de forma absurda reafirmar todo o lixo que disse. Ressaltando que defende que as mulheres tenham que se comportar de forma “decente”, e legitimando toda a violência que se pratica contra as mulheres sob o argumento de que elas supostamente incitam os abusos.

Constantino afirmou que existem “vagabundas” e “piranhas”, Constantino se mostrou disposto a ser o representante declarado do mais desprezível machismo e misoginia. Falou que se "banalizou a ideia de estupro", dizendo que ele pode ser "consentido", basta a mulher estar bêbada para ser estupro: Constantino defende posições absurdas, que devem ser combatidas com toda a força. Ressentido, disse que “as feministas mal amadas mandam no mundo”, ressoando o comentário de Robinho lamentando a existência do feminismo. Diana Assunção, candidata a vereadora em São Paulo pela bancada revolucionária do MRT, respondeu às colocações:

“Constantino é o desprezível porta-voz dessa ideologia machista, que é a cara do bolsonarismo. Prova disso é que a deputada Bia Kicis se apressou a se solidarizar com o comentarista demitido. A Jovem Pan tenta se livrar, mas é parceira de longa data de Constantino e outros reacionários de igual calibre. Não vamos aceitar! Vamos às ruas em todo o país por justiça por Mari Ferrer e contra o judiciário e o bolsonarismo machistas, lutando pelo fim do patriarcado e do capitalismo. Mostraremos que ao lado da classe trabalhadora, as feministas vão sim varrer o machismo e a misoginia do mundo.”




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