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CPI DA COVID | Ex-diretor da Saúde nega ligação no esquema de propina e diz que reunião foi ’acidental’

Roberto Dias, que foi exonerado após ser citado como autor do pedido de propina por 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, que renderia em torno de R$ 2 bilhões, nega acusação e chama Dominghetti, representante da vacina AstraZeneca, de picareta.

quarta-feira 7 de julho | Edição do dia

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Hoje (7), Roberto Ferreira Dias, o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde presta depoimento na CPI da Covid no Senado.

Dias foi exonerado do caso após ter seu nome envolvido no esquema de propina de US$ 1 por dose no contrato da vacina AstraZeneca, segundo representante da Davati Medical, o policial militar Luiz Paulo Dominghetti Pereira.

O ex-diretor, que estaria em uma reunião com Dominguettti, o ex-secretário-executivo da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) e o coronel da reserva Exército Brasileiro, Marcelo Blanco, para fechar o contrato de 400 mil doses da vacina, negou o esquema de propina e disse que encontrou com Dominghetti de forma acidental.

Dias afirmou na CPI que "esse jantar não era com fornecedor, era com o amigo José Ricardo. Era um chope casual por volta das 18h30, 19h. No restaurante chegou o coronel Blanco e o Dominghetti."

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