Gênero e sexualidade

JUSTIÇA A MARI FERRER

Entenda a polêmica sobre o termo "estupro culposo" no caso Mari Ferrer

Diana Assunção debate com quem está ressaltando que na sentença do caso de Mari Ferrer não se encontra a expressão Estupro Culposo, e dizendo que a sentença é boa do ponto de vista da “técnica jurídica”.

sexta-feira 6 de novembro| Edição do dia

Imagem: Reprodução/Twitter
O caso que ganhou grande comoção e revolta após vir a público, a influenciadora Mariana Ferrer, vítima de estupro pelo empresário André de Camargo Aranha, foi humilhada durante o julgamento pelo advogado do agressor. Em vídeo divulgado pelo site The Intercept onde mostra a sentença do juiz de “estupro culposo” (supostamente, sem a inteção de estuprar), alegando que não havia como o empresário saber que a vítima não tinha condições de consentir, tipificação sem precedestes da justiça brasileira, foi motivo de grandes discussões nas redes sociais.

A indignação com a decisão judicial onde ficou explícito o quanto o judiciário está a serviço da classe dominante, distorcendo leis o quanto foi necessário para inocentar seus membros de serem condenados pelos seus crimes gerou tanta revolta que petição criada com pedido de justiça para Mari Ferrer já somou 4,2 milhões de assinaturas desde a última terça-feira (3). A solidariedade com Mariana Ferrer promete tomar as ruas em diversos lugares nos próximos dias. A candidata a vereadora em São Paulo, Diana Assunção pela candidatura coletiva da Bancada Revolucionária de Trabalhadores do MRT, comentou sobre o caso.




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