Mundo Operário

ABUSO PATRONAL

Empresa é multada por realizar “paredão de eliminação” para demitir trabalhadores

Trabalhadores demitidos após participarem de um “paredão de eliminação”, na qual a pessoa mais votada e a que se recusou participar da votação foram demitidas.

quarta-feira 26 de maio| Edição do dia

A trabalhadora foi demitida pouco tempo após sua contratação numa empresa de turismo do Ceará, sem receber acerto e denunciando controle de tempo de refeição e de idas ao banheiro.

No ataque cruel, a trabalhadora descreve que foi colocada juntamente com outros companheiros para uma “votação” que indicaria uma pessoa eliminada, o mais votado desse processo cruel seria imediatamente desligado da empresa para corte de gastos, um trabalhador que corajosamente se recusou a participar da crueldade, também foi demitido pela empresa Cearense.

A gestão catastrófica de Bolsonaro, Mourão, militares e golpistas que servem ao capital estrangeiro contribuem para que os patrões possam inovar com crueldades humilhantes para a classe trabalhadora, denúncias evidenciam que na indústria a perseguição e assédio também acontecem, patrões fazem “consultas” pelos corredores das fábricas “sondando” opiniões de outros trabalhadores, na tentativa de colocar sempre um trabalhador contra o outro e assim escolher quem será o novo desempregado.

Mas o episódio ocorrido no Ceará, extrapola todos os limites da crueldade capitalista, apesar da vitória da trabalhadora na justiça para pagamento indenizatório por danos morais, o caso representa mais um dos abusos que os trabalhadores e trabalhadoras vem enfrentando após vários ataques aos seus direitos promovidos por Bolsonaro, Mourão, militares e Golpistas.

Unificar trabalhadores e estudantes pela base no 29M, para enfrentar os ataques de Bolsonaro, Mourão, Militares e golpistas, que promovem a política genocida que matou mais de 450 mil brasileiros, contra os ataques na educação, contra as reformas, as privatizações e as demissões como essa e a de milhões de trabalhadores.




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