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QUEIMADAS

Em meio às maiores queimadas do século, Bolsonaro deixa brigadistas sem salário

Governo Bolsonaro desmontou e precarizou diversas estruturas que serviam para combate a incêndios. Funcionários brigadistas que são parte de órgãos como o IBAMA e o ICMBIO, essenciais no combate aos incêndios, não vinham tendo insumo para realização eficiente do combate e chegaram a ficar sem salários neste mês.

sexta-feira 23 de outubro| Edição do dia

No mesmo mês em que Amazônia e Pantanal, dois dos biomas mais importantes do país, batem recordes negativos de queimadas, o Ibama denuncia a falta de estrutura para realização do combate ao fogo.

Presidente da instituição relatou em entrevista ao canal GloboNews que os problemas financeiros são na casa de 19 milhões, em que boa parte disso é de salário dos trabalhadores destes órgãos, linha de frente no combate e do avanço das chamas que fazem perecer Amazônia e Pantanal.

O Ibama chegou a decretar a suspensão das atividades enquanto o repasse destes valores não fosse feito pelo Governo Federal, que afirmou ter feito o repasse na noite de ontem.

O cenário de desmonte da empresa vendo sendo exposto desde que Bolsonaro assumiu o governo, com uma agenda clara de perseguição as populações originárias, como os diversos povos indígenas e o desdém a natureza, em preferência ao avanço da soja sob as florestas.

Veja mais: Depois de deixar Ibama chegar a situação crítica, Mourão anuncia liberação de recursos.

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