Política

29M

Em BH, mais de 10 mil pessoas tomam as ruas contra Bolsonaro nesse 29M

Em uma expressiva manifestação nessa manhã, os belo-horizontinos repudiam nas ruas Bolsonaro e seu governo, e demonstram uma enorme disposição de luta.

sábado 29 de maio| Edição do dia

Com concentração na Praça da Liberdade desde às 10 horas, dezenas de milhares de manifestantes saem às ruas contra Bolsonaro e seu governo. Com forte expressão da juventude, o ato conta também com trabalhadoras da educação, trabalhadores dos correios, petroleiros, da Cemig, entre outros.

A manifestação que percorre as ruas de BH em sentido à Praça Sete, mostra a empolgação e a disposição de mais de 10 mil pessoas que gritam e cantam contra Bolsonaro, mas também expressam todo seu repúdio ao vice Mourão e a esse governo reacionário como um todo.

Leia também: Fora Bolsonaro, mas o general Mourão fica?

A forte manifestação segue acompanhada por uma carreata também contra Bolsonaro, garantindo a participação segura inclusive de idosos ou outros grupos de risco, que com segurança sanitária, fazem questão de ir às ruas manifestar sua indignação.

Estudantes da UFMG protagonizam um grande bloco, com a participação de estudantes de vários cursos da universidade, deixando claro que o direito à educação vai ser defendido nas ruas contra os cortes do governo.

A juventude Faísca e o grupo de mulheres Pão e Rosas marcham junto aos estudantes das artes visuais e da filosofia da UFMG, que a partir das assembleias de base em cada curso, votaram a participação e a construção desse 29M.

É necessário unir a luta contra os cortes na educação, com a batalha contra as privatizações e a Reforma Administrativa, e com o enfrentamento a todo esse governo reacionário e o regime do golpe.

A participação dos trabalhadores mostra que há disposição de luta em diversas categorias que poderia se expressar com ainda mais força se não fossem os sindicatos e as centrais não organizarem suas bases com assembleias democráticas e um verdadeiro plano de lutas imediatamente para seguir a mobilização contra Bolsonaro, mas também contra Mourão e os outros atores do regime do golpe, como os governadores e STF e os ataques que estão vigentes.

A aliança entre a juventude e a classe trabalhadora que toma as ruas hoje em BH deve ser vista como um grande exemplo e coordenada pelas entidades e sindicatos como aprovado na assembleia da UFMG.




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