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RETORNO INSEGURO DAS AULAS | Eduardo Leite impõe medidas de abertura para empurrar alunos e professores à pandemia

Eduardo Leite (PSDB) coloca o Rio Grande do Sul em bandeira vermelha para abrir de forma irresponsável e irracional as escolas de educação infantil e 1º e 2º anos. Somente a organização dos trabalhadores da educação pode barrar essa medida que só busca garantir os lucros dos capitalistas e empresários do ensino privado.

terça-feira 27 de abril | Edição do dia

Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

Após o Tribunal de Justiça ter indeferido o agravo do governo de Eduardo Leite que buscava a volta às aulas, Leite driblou essa medida judicial colocando todo o estado em bandeira vermelha e suspendendo a cogestão. Agora, o estado sai da bandeira preta, que não permite a volta às aulas, e entra na bandeira vermelha. Ao colocar o estado em bandeira vermelha, Leite busca de forma irresponsável e irracional impor a reabertura das escolas de educação infantil e 1º e 2º anos.

A medida foi tomada em reunião de emergência realizada nesta terça-feira (27) pelo governo do Rio Grande do Sul, que contou também com a presença do presidente da Assembléia Legislativa, Gabriel Souza (MDB); o presidente da FAMURS (Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul), Maneco Hassen (PT); e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo(MDB).

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Essa medida é mais uma expressão de como Leite, em conjunto com esses outros políticos, não tem como interesse salvar as vidas, mas sim garantir os lucros dos capitalistas e do setor privado da educação. Apenas através da organização da nossa classe, como por exemplo a organização dos professores, é que podemos combater esses ataques contra as vidas dos estudantes e trabalhadores da educação.

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