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PSDB EM SÃO PAULO | Durante aumento de mortes, Bruno Covas demite 70 trabalhadores da saúde na Zona Sul de São Paulo

Zona Sul de São Paulo, uma das mais atingidas com as lotações de UTIs, tem um corte de 70 enfermeiros e médicos do Hospital Campo Limpo. Ao invés de novas contratações para salvar a vida daqueles infectados pela COVID e o atendimento da população em geral, o prefeito da cidade, Bruno Covas (PSDB), opta pela demissão de trabalhadores.

segunda-feira 11 de janeiro | Edição do dia

Foto: Newton Menezes / Futura Press

Com 100% de ocupação dos leitos destinados ao atendimento de pacientes com COVID na Santa Casa de Santo Amaro e no Hospital Vila Santa Catarina - ambos na Zona Sul - Bruno Covas decide pela demissão de 70 trabalhadores da saúde, onde o setor mais atingido foi o da enfermagem, com 44 enfermeiros e auxiliares demitidos.

A prefeitura alega que a demissão foi motivado por uma irregularidade nos contratos, mas os mesmos estariam irregulares há muito tempo e dentre os demitidos existem alguns que estavam há 12 anos trabalhando no hospital.

Além deste hospital, a prefeitura ainda pode demitir mais trabalhadores do Hospital Municipal do Jabaquara, do Hospital Municipal do Tatuapé e do Hospital Municipal da Mooca.

Durante sua campanha eleitoral, Covas fez demagogia com discursos de que São Paulo fez uma grande campanha de combate a pandemia, mas agora reeleito mostra sua cara com ataques e demissões daqueles que estão na linha de frente contra a pandemia e que são os verdadeiros lutadores pela vida da população.

Veja também: Frente à segunda onda, enfermeira diz "Estamos extremamente cansados".




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