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Dia das bruxas: seis frases do marxismo que dão medo em qualquer burguês

Redação

Dia das bruxas: seis frases do marxismo que dão medo em qualquer burguês

Redação

Não é segredo. Marx e marxistas adoravam usar imagens vívidas e sim, assustadoras: espectros, fantasmas, cadáveres podres e vampiros. Aqui estão seis de nossos favoritos que dão medo em qualquer burguês.

1. Karl Marx, "Capítulo 10: O Dia de Trabalho", Capital

"O contrato pelo qual ele vendeu sua força de trabalho ao capitalista comprovou, por assim dizer, preto no branco, que ele dispõe livremente de si mesmo. Depois de concluído o negócio, descobre-se que ele não era “nenhum agente livre”, de que o tempo de que dispõe para vender sua força de trabalho é o tempo em que é forçado a vendê-la, de que, em verdade, o vampiro (seu explorador) não o deixa, “enquanto houver ainda um músculo, um tendão, uma gota de sangue para explorar”."

2. Karl Marx, "Capítulo 10: O Dia de Trabalho", Capital

"O capital é trabalho morto que, feito um vampiro, só pode viver sugando o trabalho vivo – e que quanto mais trabalho suga, mais vive. O tempo durante o qual o trabalhador trabalha é o tempo durante o qual o capitalista consome a força de trabalho que comprou dele”"

3. Karl Marx e Friedrich Engels, "Capítulo 1", O Manifesto Comunista

"A burguesia produz, antes de mais nada, seus próprios coveiros. Seu declínio e a vitória do proletariado são igualmente inevitávei"

4. Vladimir Lenin, O Segundo Congresso da Internacional Comunista

(Sobre Keynes) "Chegou a conclusões que são mais incisivas, mais evidentes e mais instrutivas que as de um revolucionário comunista, porque estas conclusões são as de um conhecido burguês, adversário implacável do bolchevismo, que ele, como filisteu britânico que é, imagina como algo monstruoso, bestial e feroz."

5. Rosa Luxemburgo, discurso sobre o programa para a conferência fundadora do KPD

"A social-democracia não passa de um cadáver fedorento."

E aquela que todos conhecem e amam:

6. Karl Marx, O Manifesto Comunista

"Um espectro ronda a Europa: o espectro do comunismo. Todas as potências da velha Europa se uniram em uma santa campanha difamatória contra ele: o papa e o tsar, Metternich e Guizot, radicais franceses e policiais alemães"

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