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Precarização do trabalho | Crise do desemprego afeta mais as mulheres jovens e negras

A cada 3 trabalhadores desempregados, 2 são mulheres, além do fato das mulheres negras ocuparem os trabalhos mais precários no país.

terça-feira 17 de agosto | Edição do dia

Não satisfeitos com a situação desesperadora da classe trabalhadora no Brasil que amarga o desemprego e um futuro sem aposentadorias, o governo Bolsonaro quer empurrar goela abaixo dos trabalhadores a MP 1045, que aumenta ainda mais a precarização, contratação sem vínculo empregatício e direitos trabalhistas nas costas da juventude que já sofre com a uberização do trabalho e a falta de empregos minimamente dignos.

Essa chamada “minireforma” se aproveita da situação desoladora da juventude com a falta de empregos, para empurrá-los em trabalhos precários sem direitos e com salários que quase não ultrapassam a metade de um salário mínimo. O governo usa do fato de que metade dos desempregados persistentes (que procuram emprego há mais de dois anos) são jovens entre 17 e 29 anos para empurrá-los em trabalhos com salários de fome, para melhor garantir o lucro dos grandes empresários.

Dia 18 de agosto por um plano de lutas nacional da nossa classe contra Bolsonaro e Mourão

Pois enquanto a crise econômica e pandêmica mata e precariza a juventude, principalmente feminina e negra, em trabalhos com alta exposição e salários ridículos, cresce o número de bilionários no país, assim como o lucro dos grandes patrões que usam da crise para aumentar exponencialmente a exploração sobre a classe trabalhadora que se vê em desespero frente à fome e às precárias condições de vida e trabalho.

O enorme ataque da minireforma trabalhista

Abaixo a MP1045 que tira férias, FGTS, 13° e vínculo empregatício da juventude de vez




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