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Violência sexual | Crime odioso: criança indígena sofreu estupro coletivo e foi jogada viva de um penhasco

Na última madrugada, uma menina indígena Kaiowá de 11 anos foi morta após sofrer abuso sexual coletivo e ser jogada ainda viva de um penhasco de 20 metros.

terça-feira 10 de agosto | Edição do dia

Foto: Adílson Domingos

A criança, que terá o nome preservado, era da aldeia Badaró, localizada no município de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Ela foi arrastada por dois adolescentes para a pedreira que fica na aldeia, onde foi violentada por cinco homens, sendo três adolescentes e dois adultos. Um dos adultos era tio da garota.

De acordo com a nota divulgada pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, os cinco foram capturados e confessaram o crime. Eles a obrigaram a ingerir cachaça e a violentaram repetidas vezes, enquanto ela pedia socorro desesperadamente. Devido à distância das casas das aldeias, seus gritos não foram ouvidos e a menina chegou a desmaiar. Ao retomar a consciência e dizer que iria denunciá-los, os homens decidiram jogá-la do penhasco de cerca de 20 metros. Seu corpo foi encontrado nas pedras, já sem vida e nua.

No Brasil ocorrem cerca de 14 estupros coletivos por dia, segundo dados divulgados recentemente pelo Ministério da Saúde. Essa estatística leva em consideração apenas as violências que são denunciadas, o que significa que o número, infelizmente, é muito maior, já que diversas situações de abuso sexual acabam não sendo denunciadas pelas vítimas.

Esse é mais um exemplo que escancara a realidade da violência contra as mulheres e crianças nesse sistema degenerado que é o capitalismo, que tem no machismo e o patriarcado seus pilares de sustentação. A emancipação das mulheres, crianças e dos povos oprimidos só será possível derrubando o capitalismo e construindo uma outra sociedade livre da violência e de todas as formas de opressão.




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