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Volta às aulas | Covid já matou 726 educadores em São Paulo e Dória e Nunes liberam retorno 100% presencial

Com aumento de 130% nas mortes por covid entre profissionais da educação, as aulas retornaram nesta segunda-feira (2). Com base nos números da Secretaria de Saúde, o Instituto Pólis divulgou um estudo que aponta o aumento de mortes dos educadores entre 18 e 60 anos, em relação ao ano passado.

segunda-feira 2 de agosto | Edição do dia

Foto: Getty Images

Os dados que foram recolhidos entre 1º de março de 2020 e 26 de junho de 2021 apontam que foram registradas 756 mortes. Os números são ainda mais alarmantes a partir de março deste ano, quando as atividades presenciais foram retomadas. Nos primeiros 6 meses de 2021 foram registrados 429 mortes, ou seja 30% a mais que todo o ano de 2020, quando houve 327 casos fatais.

Saiba mais: Desligamento por morte sobe 128% entre os profissionais da educação em 2021

O retorno parcial às aulas presenciais, liberadas em São Paulo de forma insegura nos últimos meses do ano passado e no primeiro semestre deste ano, foram decisivos para tais números. Sem vacinação para os professores e alunos, Dória seguiu os interesses dos grandes empresários da educação e dando as costas à vida dos trabalhadores e da população, o governo avançou no retorno das voltas às aulas presenciais.

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O resultado são os 756 profissionais da educação mortos, em nome do lucro capitalista. Enquanto faz demagogia fingindo se importar com a educação, com a vida dos estudantes e da comunidade escolar, mas desde o início da pandemia não garantiram o mínimo, como testes massivos a população ou condição de auxílio às famílias dos estudantes. Com mais de 550 mil mortos, Dória liberou o retorno com até 100% dos alunos em sala de aula.

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