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UFRN | Conheça a Chapa 2 - Carcará que disputa o CACS da UFRN

A chapa é composta por militantes da Juventude Faísca - Anticapitalista e Revolucionária e independentes.

sexta-feira 10 de setembro | Edição do dia

Na semana que vem ocorrerá a eleição para o CACS (Centro Acadêmico de Ciências Sociais) da UFRN. Após anos sem Centro Acadêmico, essa eleição será um marco histórico para o curso. Convidamos aqui você a conhecer um pouco mais sobre a Chapa 2 - Carcará.

A chapa, formada pela Juventude Faísca - Anticapitalista e Revolucionária e independentes, tem como eixo central a concepção de um movimento estudantil aliado aos trabalhadores, com os setores oprimidos na linha de frente. Por isso, que a chapa esteve presente levando solidariedade às lutas operárias em curso, como a greve do DETRAN do RN. Além disso uma das pautas intransigentes da chapa é a defesa dos terceirizados, como a incorporação sem concurso público, para que tenham os mesmos direitos de qualquer funcionário da universidade.

A chapa também defende que os trabalhadores e estudantes tem de confiar apenas em suas próprias forças e não depositar esperanças em atores reacionários como o STF ou o Congresso que também nos atacam, assim como os governadores do PT. Por isso, defendem a necessidade de Fora Bolsonaro, Mourão e todos os Militares e também exigindo que as centrais sindicais e a une rompam com a sua paralisia e organizem um plano de lutas desde já. Além disso, também denunciam a separação feita pelas centrais sindicais e a UNE das lutas dos trabalhadores e dos estudantes, defendendo a unificação:

Por acreditar nessa potencialidade do movimento estudantil se aliando com os trabalhadores, defendem que o CACS construa junto ao DCE e demais entidades estudantis uma campanha pelo congelamento do preço dos alimentos a valores anteriores ao da inflação desse ano, pelo reajuste automático dos salários e bolsas mediante a inflação, como parte do combate à fome e à precarização. Por uma Eletrobrás e Petrobrás 100% estatal sob controle dos trabalhadores e usuários, que possa de fato barrar o aumento do preço da luz, do gás e dos combustíveis. Que se alimente o debate crítico nas Ciências Sociais para pensar saídas contra a devastação ambiental e social do agronegócio, se somando a campanha #NãoAoMarcoTemporal de Bolsonaro e do STF e por demarcação imediata das terras indígenas, e debata a necessidade de uma reforma agrária radical, repartindo as terras sob o controle dos trabalhadores rurais aliado aos povos originários.

Vimos no Chile, como a juventude pulando catracas incendiou todo o país, a greve da juventude palestina impor uma trégua ao estado genocida de Israel, a juventude do Estado Espanhol tomando as ruas contra a LGBTfobia. Na história, já vimos a juventude ser um fator nacional que despertou a ira da classe trabalhadora, como na luta contra a Ditadura Militar. Com estas campanhas, como parte de uma mesma classe que sofre com a precarização das condições de vida, poderiam se levantar ideias com este poder de unificação para arrancar nosso direito ao futuro!

Liga a isso, defendem um movimento estudantil democrático, que as decisões sejam tomadas conjuntamente em assembleia, assim como o modelo de proporcionalidade. Veja mais algumas propostas da chapa aqui:

A assistência estudantil também é um tema candente na universidade. Por isso que a chapa reivindica um auxílio permanência de no mínimo um salário mínimo sem
contrapartida de trabalho, assim como a ampliação da residência e gratuidade no RU, assim como redução do seu valor absurdo.

Na questão do retorno presencial iminente, defendemos organizar os estudantes para batalhar para que realmente se decidam os rumos da universidade de forma democrática, com assembleia com os três setores com cabeça um voto, com estudantes, trabalhadores efetivos e terceirizados e professores, diferente do DCE que convoca uma assembleia geral que na verdade foi uma live (em que os estudantes não puderam falar livremente) com a presença da Reitoria depois de reuniões a portas fechadas. E nesse sentido com abrir caminho para uma estatuinte livre e soberana.

Além disso defendem algumas propostas, como uma Revista dos estudantes de Ciências Sociais, Biblioteca física e virtual na sala do CACS, Congresso dos estudantes de Ciências Sociais, Cinedebates periódicos além da Secretaria de combate às opressões! Por isso, convidamos todos os estudantes a conhecerem a chapa, e aos estudantes da Ciências Sociais a votar na semana que vem!

Veja aqui também nossa Carta Programa




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