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Comunidade da escola Rio Grande do Sul exige na 1a CRE a documentação dos alunos

Comunidade, pais, mães, professoras e direção da escola RS exigem que a documentação dos alunos volte para a Escola Estadual Rio Grande do Sul. O governo Leite tentou fechar a escola de forma autoritária durante a pandemia, mas a comunidade ocupa o espaço desde o dia 4 de setembro.

segunda-feira 28 de setembro| Edição do dia

Novo coordenador Alaor Batista Chagas, que foi transferido da 25a coordenadoria, não permitiu a entrada de todos os membros da comunidade que se fizeram presentes na tarde dessa segunda-feira (28), somente diretora, presidente do conselho escolar e representantes do sindicato entraram para a reunião.

Eduardo Leite entra numa enorme contradição nesse momento em que quer que as escolas voltem a qualquer preço, ao mesmo tempo fecha escolas arbitrariamente. Querendo reabrir as escolas para aulas presenciais faz muito mais sentido abrir mais espaços pra diminuir o número de alunos por sala e manter as condições sanitárias adequadas. Mas Leite quer reabrir as escolas do jeito em que se encontram em um momento em que os casos de covid-19 ainda são altíssimos no RS.

O arrombamento da Escola RS é, no fundo, um grande ataque ao direito democrático da comunidade decidir pela gestão democrática por meio do Conselho Escolar eleito os rumos da escola. A comunidade ocupa a sua escola para fazer valer o seu direito democrático de manter a escola de seus filhos. É um grande exemplo de resistência, pois são as comunidades e os trabalhadores da educação que tem que decidir sobre como e quando retornar as aulas e sobre o rumo de suas escolas. As escolas não são de Eduardo Leite, são públicas das comunidades!




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