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PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRAS | Com venda do Polo Alagoas, governo Bolsonaro segue desmonte da Petrobras

Em mais uma política de liquidação do patrimônio nacional para benefício de seus acionistas, a Petrobras vendeu sua participação no Polo Alagoas, entregando sete campos de exploração e uma Unidade de Processamento de Gás Natural

terça-feira 6 de julho | Edição do dia

A Petrobras assinou contrato para venda da totalidade de sua participação em sete concessões terrestres e de águas rasas localizadas no estado de Alagoas. O bloco, denominado Polo Alagoas, foi vendido por US$ 300 milhões para a Petromais Global Exploração e Produção S.A. (Petro+).

O Polo Alagoas é composto por sete concessões terrestres e de águas rasas, tendo registrado produção média de 1,9 mil barris por dia de óleo e 602 mil metros cúbicos diários de gás natural entre janeiro e maio deste maio.

Além dos campos e suas instalações de produção, está incluída na transação a UPGN (Unidade de Processamento de Gás Natural) de Alagoas, com capacidade para processar 2 milhões de metros cúbicos por dia, disse a Petrobras.

Nessa terça-feira (04), com apoio do Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos nos Estados de Alagoas e Sergipe (Sindipetro), um grupo de trabalhadores realizou um protesto contrário à “privatização” da empresa.

“O plano da empresa é realocar as pessoas para as refinarias, mas acontece que as refinarias também estão passando por um processo de venda. A Petrobras está destinando todos os recursos para o pré-sal. Somos contra venda porque o ativo de Alagoas sempre foi lucrativo, sempre teve destaque com os menores custos de produção do Brasil”, afirmou.

Mais uma entrega da riqueza natural brasileira para aumentar a lucratividade da empresa para seus acionistas milionários, enquanto isso a população trabalhadora não vê benefício nenhum nessa política de liquidação generalizada do nosso patrimônio energético, estando o gás de cozinha e o combustível mais caros do que nunca.

Veja mais:Mais um aumento do combustível no governo Bolsonaro: diesel sobe 6,3%, gasolina 3,7% e GLP 6%

Contra a privatização da Petrobrás e o aumento do gás de cozinha: congelamento dos preços já!




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