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Inflação | Com aumento da energia elétrica, gás e alimentação, inflação é 20% maior para os mais pobres

Energia elétrica, gás e alimentação são as áreas de maior aumento para as famílias mais pobres. A classe mais alta encara aumento no valor de passagens aéreas e transporte por aplicativos. As famílias mais pobres sofrem com inflação em áreas substanciais para a sobrevivência e sentem 20% mais inflação do que os ricos.

segunda-feira 25 de outubro | Edição do dia

Imagem: Bruno Torturra / Divulgação

Em documento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), dados apontam que a inflação dos mais pobres encerra em setembro 20% maior que a dos ricos. A pressão inflacionária na passagem de agosto para setembro cresce em todas as faixas de renda, mas o aumento de custo é maior entre famílias mais pobres, cuja renda domiciliar é inferior a R$1.808,79.

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A variação de preços passou de alta de 0,91%em agosto para 1,30% em setembro para as famílias mais pobres, enquanto a variação passou de 0,78% para 1,09% para as famílias de classe alta (com renda maior que R$17.764,49).

Segundo o estudo, as famílias de renda mais baixa sofrem com o aumento de 6,5% na energia elétrica, 3,9% no gás de botijão e 1,1% nos artigos de limpeza. No grupo de bebidas e alimentação, o aumento é de 5,4% em frutas, 4% em aves e ovos e 1,6% em leite e derivados. Os grupos de habitação e alimentação são os de maior peso para as famílias mais pobres, enquanto a classe alta encara aumento no grupo de transporte, com aumento da gasolina, passagens aéreas e transporte por aplicativos.

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A taxa de inflação acumulada das famílias de renda muito baixa (11%) é 20% maior que a registrada na classe de renda mais alta (8,9%).

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