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Agronegócio golpista | Com apoio do agronegócio caminhoneiros fazem locaute pró-Bolsonaro

Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso são os estados onde se encontram mais concentrações de caminhoneiros. Esta ação de tentar fechar as rodovias começou no dia 07 de setembro, junto com os atos bolsonarista.

quinta-feira 9 de setembro | Edição do dia

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil-2018

Os caminhoneiros claramente utilizam da retórica golpista que Bolsonaro está cada vez mais incitando. A disputa entre o presidente e o STF é pauta das paralisações dos caminhoneiros, um líder da União Brasileira dos Caminhoneiros, Chicão, afirma que entregará um documento para Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, em que pede a destituição do ministros do STF.

As principais organizações que representam motoristas autônomos não aderiram às ações, não sendo por uma paralisação de adesão total da categoria, mas sim de setores mais ligados às patronais e ao bolsonarismo. Essas movimentações se dão pelo interesse do agronegócio e as patronais mostrarem alguma serventia e disposição política para a linha bolsonarista.

As organizações como Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), a Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB), a Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Carga em Geral do Estado de São Paulo (Fetrabens-SP), o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (Sindicam-SP) e o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) informaram que não apoiam a paralisação e não estão participando dos atos.




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