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Chile: Como herança da didatura, militares com armamento de guerra na Praça Itália

Armas de fogo de alto calibre e tanques podem ser vistos nesse instante no centro da capital chilena. O objetivo é ameaçar e amedrontar quem está se mobilizando. No entanto, os protestos seguem em alta em todo o país.

domingo 20 de outubro de 2019| Edição do dia

O estado de emergência decretado por Piñera não chegou a frear as manifestações que, desde ontem, mantém a cidade paralisada. Pelo contrário, a medida somente aumentou a insatisfação da população.

Milhares de pessoas tomaram as ruas da capital e se escuta os panelaços em diversos bairros. Mulheresm idosos, crianças, trabalhadores e estudantes protestam contra o aumento da passagem e diversos ataques que atacam a maioria da população. Panelaços, barricadas e cortes de ruas reuniram milhares de pessoas.

A imagem de militares controlando as ruas de Santiago trouxe de volta as amargas lembranças da ditadura, demonstrando que frente a expressão de descontentamento de milhares de pessoas, o governo não vacilará em empregar toda a força à sua disposição para enterrar essa revolta popular.

As mobilizações vem aumentando. Em algumas regiões, além dos panelaços, há assembleias. É necessário imediatamente convocar uma greve nacional para acabar com esse estado de emergência e derrotar as medidas de Piñera.




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