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PEC EMERGENCIAL | Capachos do bolsonarismo: veja como votaram os deputados na PEC emergencial

Deputados votaram em segundo turno pela aprovação da PEC emergencial que retira direitos da classe trabalhadora, principalmente dos professores. Essa é mais uma medida que esses capachos do capitalismo, tal como Tabata Amaral (PDT) que fazia discurso demagógico a favor da educação e votou a favor da PEC, realizam para manter seus privilégios, enquanto mais de 270.000 pessoas morreram por Covid-19 no Brasil.

sábado 13 de março | Edição do dia

Imagem: Agência Brasil.

Na madrugada da sexta-feira (13.03.2021) a câmara dos deputados finalizou a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) emergencial. A PEC é um ataque frontal à classe trabalhadora e implica na imposição de rigidez fiscal, controle de despesas e redução de incentivos tributários.

Bolsonaro, que venceu as eleições de 2018 como um candidato "fora do sistema" político brasileiro, professando que iria “mudar o Brasil”, não tardou para se aliar ao centrão fisiológico da política brasileira para aplicar ataques à classe trabalhadora, e ainda fazer disso uma chantagem: pressionando os trabalhadores contra a parede para poder liberar auxílio emergencial, rifou os parcos direitos e a possibilidade de gastos públicos.

Veja mais em: PEC Emergencial ataca os professores, mas preserva todas as regalias de juízes e militares

Segundo o portal Poder 360 os partidos: Cidadania, Novo, PSC e Republicanos deram 100% de seus votos a favor da PEC. Com um total de 366 votos a favor e 127 contrários e 3 abstenções, os deputados, que nunca representaram os interesses da classe trabalhadora, realizam um verdadeiro ataque aos parcos direitos que essa classe conquistou com muita luta.

O mais ridículo de tudo isso é que a proposta tem como objetivo central possibilitar ao governo federal um gasto de R$ 44 bilhões para bancar uma nova versão do auxílio emergencial que será pago aos brasileiros em míseras 4 parcelas de R$ 250,00. Será que uma família consegue se sustentar com essas migalhas que o governo Bolsonaro, de forma demagógica, oferta? Enquanto mais de 270.000 brasileiros e brasileiras morreram pela Covid-19 num claro descaso tanto do Governo Federal quanto dos governos estaduais.

Abaixo é possível obtermos um panorama de como cada deputado votou nesse segundo turno da PEC emergencial e nesse link podemos ter acesso ao voto individual de cada deputado

Fonte: Câmara dos Deputados
Elaboração: Poder 360.

Dentre os que votaram sim pela PEC destacamos os partidos do PSDB; PTB; PSB e PDT, que se colocam como combativos ao governo Bolsonaro, mas que no fundo, apenas querem uma oportunidade para administrar o regime podre que tem levado à morte de milhares de pessoas no Brasil. Destacamos ainda o voto da deputada Tabata do Amaral, que de forma demagógica se coloca a favor da educação pública, nas redes sociais e nos discursos que professa, mas que na prática, é mais uma deputada na defesa dos interesses da burguesi.

Veja mais em: Tabata Amaral vota a favor de PEC que congela salário dos professores até 2036

Essa votação apenas nos mostra o quanto a casta política brasileira não apresenta compromisso com o bem-estar dos trabalhadores e trabalhadoras, à custa dos parcos direitos existentes, esse deputados querem que paguemos por uma crise, que todo o ônus da pandemia recaia sobre as nossas costas, enquanto nossos filhos, mães, pais e avós morrem pela Covid-19. Nesse sentido, é necessário questionarmos de forma profunda essa PEC emergencial, bem como todas as contrarreformas que foram realizadas desde 1988, que perpassaram o tucanato, PT, Temer e encontra em Bolsonaro uma figura que aplica de forma mais incisiva tais cortes.

É necessário que as centrais sindicais sob hegemonia petista contestem tais ações e não esperam até 2022 para que a situação seja “resolvida” nas urnas, porque o preço que se paga por essa espera tem sido a vida da classe trabalhadora no Brasil.




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