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Reforma eleitoral | Câmara conclui votação da reforma eleitoral com retorno das coligações e retirada do voto preferencial

Ontem já havia sido aprovado o texto base, em que foi barrado o ’distritão’ e recuperada a possibilidade de coligações. A votação dos destaques hoje, retirou do texto o modelo de voto preferencial, que acabaria com a possibilidade de segundo turno.

quinta-feira 12 de agosto | Edição do dia

A Câmara concluiu por vota das 12h30 desta quinta-feira, 12, a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma eleitoral com três alterações ao texto-base, fruto de um acordo fechado na noite de quarta-feira, dia 11. Ainda ontem foram aprovadas alterações para barrar a adoção do modelo chamado de "distritão" para a eleição de vereadores e deputados; na quarta também foi mantido no texto o retorno das coligações.

Na sessão desta quinta-feira, deputados decidiram retirar do texto o modelo do voto preferencial para presidentes, governadores e prefeitos, onde o eleitor faz uma lista de cinco candidatos por ordem de preferência e, com isso, elimina a possibilidade de segundo turno.

A Câmara aprovou a volta das coligações para beneficiar os partidos de aluguel, muitos deles do chamado Centrão. O retorno contou com apoio de partidos da base do governo e da oposição que justificou a decisão como ’mal menor" em relação a possibilidade de aprovação do ’distritão’.

Com a conclusão do primeiro turno, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), retomou a votação dos destaques da medida provisória 1.045, sobre programa emergencial de manutenção de emprego. Ele quer pautar, na sequência, a reforma do imposto de renda. O segundo turno da reforma eleitoral ficará para depois de concluída a reforma do IR.

Com informações Agência Estado




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