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Crise política | Caixa e BB permanecem na FEBRABAN mesmo após discordâncias ao Manifesto crítico à Bolsonaro

Mesmo após ameaças realizadas pelas duas instituições por não concordarem com o manifesto "A praça é dos três poderes", que tem assinatura da FEBRABAN e de outras instituições e empresas, os dois bancos permanecerão na federação.

sexta-feira 3 de setembro | Edição do dia

Mesmo após ameaças realizadas pelas duas instituições por não concordarem com o manifesto "A praça é dos três poderes", que tem assinatura da FEBRABAN e de outras instituições e empresas, os dois bancos permanecerão na federação

Após a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) ter apoiado o conteúdo do manifesto "A praça é dos três poderes", crítico de forma indireta ao atual confronto entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o STF (Supremo Tribunal Federal), o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal anunciaram que não vão romper com a entidade, após terem ocorridos ameaçadas por parte desses bancos nesse sentido.

A possibilidade de saída do Banco do Brasil e da Caixa Econômica da FEBRABAN se deu por conta de seus presidentes terem sido escolhidos a dedo por Bolsonaro por seus fortes perfis privatizadores, e o manifesto, articulado por Paulo Skaf, presidente da federação das indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), contém um recado político ao governo de maneira indireta.

O manifesto não cita nominalmente e nem faz críticas diretas a Bolsonaro e nem a nenhum membro do governo ou a seus aliados, e termina pedindo a harmonia entre os poderes. Entre harmonias e desarmonias, o bolsonarismo e setores da patronal, como a FIESP, ou mesmo o STF, estão juntos para retirar direitos dos trabalhadores e avançar nos planos neoliberais no país.

Saiba mais: Lançamento do manifesto de entidade patronais pedindo harmonia entre os poderes é adiado




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