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CPI da Covid | CPI recorre ao STF para que lobista seja conduzido coercitivamente a depor na comissão

O pedido visa fazer com que o lobista Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria, da Precisa Medicamentos, venha depor hoje. Senadores também cogitam sua prisão preventiva.

quinta-feira 2 de setembro | Edição do dia

IMAGEM: Jefferson Rudy/Agência Senado

Na madrugada desta quinta-feira (02), a CPI da Covid recorreu à ministra do STF, Cármen Lúcia, a condução coercitiva do lobista Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria, vinculado à Precisa Medicamentos. O lobista, cujo advogado é o mesmo que auxiliou na abertura da empresa de Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente, tem seu depoimento marcado para hoje.

Os membros da comissão vem tomando medidas para que o mesmo não se ausente, como o pedido à ministra do STF, ou mesmo, ainda que enquanto uma cogitação, o pedido de prisão preventiva contra o lobista.

O pedido se deu em meio a apresentação de um Habeas Corpus por parte da defesa do lobista, cuja relatora, Cármem Lúcia, negou. Entretanto permitiu para que Marconny tenha o direito de ficar em silêncio durante a sessão, para não produzir provas contra si mesmo, algo que a comissão recorreu, dado que Marconny estaria depondo enquanto testemunha e não investigado.

Além disso, sua defesa também apresentou um atestado médico dizendo que o lobista estava sob cuidados médicos no Hospital Sírio-Libanês, algo que também foi questionado pela comissão. O vice-presidente, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) entrou em contato com o médico que deu o atestado a Marconny.

Segundo o senador, o médico tinha visto simulações por parte do paciente e desejava cancelar o atestado. Dessa forma, foi reiterada a necessidade de se ter o depoimento hoje.

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