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CPI DA COVID | Madison Biotech, que receberia milhões pela Covaxin, pode ser uma empresa de fachada, segundo CPI

Segundo o senador e vice-presidente da CPI da covid Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a empresa, que tentou receber 45 milhões de dólares antecipados pela compra do imunizante Covaxin, utiliza um endereço que já foi registrado por cerca de 600 empresas de fachada.

quinta-feira 24 de junho | Edição do dia

IMAGEM: INDRANIL MUKHERJEE / AFP

A empresa Madison Biotech, que foi indicada pela Precisa Medicamentos para receber de forma antecipada pelo Ministério da Saúde 45 milhões de dólares no contrato da vacina Covaxin, vem sendo investigada pela CPI da covid, na qual há suspeitas de ser uma empresa de fachada.

A CPI avaliou que a Madison é sediada num endereço que pode já ter sido usado por cerca de 600 empresas de fachada, segundo investigações internacionais. Segundo o senador e vice-presidente da CPI Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a comissão irá fazer um levantamento sobre os possíveis sócios da empresa, suas transações financeiras e quem a criou em fevereiro do ano passado.

A empresa vem sendo investigada por conta da tentativa de aquisição da vacina Covaxin pelo governo federal, sendo uma compra superfaturada, pelo fato do valor do imunizante ter sido 1.000% maior do que, era anunciado pela fabricante há alguns meses atrás, e intermediada pela Precisa, que não possui vínculos com a indústria de vacina.

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