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Gestão Bolsonaro | Bolsonaro tem maior índice de rejeição desde o fim da ditadura militar

A gestão negacionista e de ataque à classe trabalhadora de Bolsonaro é recebida com a maior carga eleitoral negativa desde a redemocratização, com o índice de rejeição a 59%. Com um saldo de 600 mil mortos pelo covid, 14% de índice de desemprego e o crescimento da fome no país, a saída é a organização da classe trabalhadora.

segunda-feira 11 de outubro | Edição do dia

Imagem: Evaristo Sá/AFP

Segundo o Datafolha, o eleitorado que declara não votar no Bolsonaro de jeito nenhum na sua reeleição é de 59%. Lula fica 21 pontos atrás, com 38%.

O índice é o maior comparado com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores e, ainda, desde a redemocratização, entre 1989 e 2014, nunca o eleito teve mais do que um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum.

Bolsonaro bate o próprio recorde, já que em 2018 o índice de rejeição já alcançava os 44%, depois da gestão que resultou na morte de 600 mil brasileiros pelo seu negacionismo e pelos ataques, reformas e privatizações que deixou milhões de trabalhadores desempregados e colocou o Brasil de volta ao mapa da fome: mais do que nunca, é necessário a organização da classe trabalhadora parar lutar pelo fora Bolsonaro, Mourão e os militares.

Leia também: Lições do 2 de outubro e a necessária unidade da esquerda socialista




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