Política

Bolsonaro reafirma seu papel de capacho de Trump e volta a defender voto impresso para 2022

Em live nas suas redes sociais e em meio às eleições dos Estados Unidos, Bolsonaro voltou a defender o voto impresso como um bom cãozinho de Trump e do imperialismo.

sexta-feira 6 de novembro| Edição do dia

Na noite desta quinta (5), em sua live semanal, Bolsonaro disse que irá defender a proposta de PEC que auxilia a restabelecer o voto impresso para as eleições de 2022. Segundo ele, a autora da PEC é a deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL)

"Está bastante avançado o estudo, a gente quer no ano que vem, mergulhar na Câmara e no Senado para que a gente possa realmente ter um sistema eleitoral confiável em 22", afirmou Bolsonaro, no mesmo momento em que seu fiel dono Donald Trump está cada vez mais perto da derrota nas eleições presidenciais dos EUA. Como um gesto de desespero, Trump está atacando os resultados eleitorais, dizendo que houve fraude no sistema já antidemocrático estadunidense.

Veja também: A esperada vitória de Biden põe o mundo de Bolsonaro de cabeça para baixo

Enquanto as eleições estadunidenses escancaram a decadência hegemônica do imperialismo norte-americano, Bolsonaro, com medo do que a derrota de Trump poderá significar para ele aqui no Brasil, já traça seu caminho atrás do rabo de Trump defendendo o voto impresso. "É a maneira que você tem de auditar, contar os votos de verdade aqui". Ele afirma isso sem mencionar que o processo eleitoral nos EUA está ameaçado de ser decidido através da Justiça justamente por conta dos ataques de Trump alegando fraude nos votos impressos enviados por correio, aprofundando o caráter antidemocrático do processo eleitoral.




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