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Crise Hídrica | Bolsonaro e órgão que ele mesmo criou se contradizem e a população sofre com contas altas

O grupo emergencial criado pelo governo para “monitorar” a crise hídrica afirmou, em nota, nesta sexta-feira (15) que “apesar do aumento das chuvas, a situação ainda requer atenção”.

sábado 16 de outubro | Edição do dia

Foto: Jornal Terceira Visão

Não bastam a inflação e o desemprego, a população sente agora no bolso o aumento da conta de luz. O agronegócio e Bolsonaro destroem o planeta, mas nós quem sofremos com a seca, tempestades de areia e apagões.

Enquanto isso, o governo culpa a população pela crise hídrica e vinha implementando a bandeira vermelha que representa um aumento de quase 50% com relação à bandeira vermelha patamar 2 que já estava sendo aplicada em agosto. E ainda tem o fato bizarro de Bolsonaro recorrer a um porta-voz de uma médium para “chamar” chuva.

Agora com as chuvas e para estancar a queda de popularidade, Bolsonaro declarou que ordenaria o fim da bandeira vermelha no mês que vem. O que logo depois foi contradito pela Creg (Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética), órgão criado pelo governo e liderado pelo Ministério de Minas e Energia.

O grupo emergencial criado pelo governo para “monitorar” a crise hídrica afirmou, em nota, nesta sexta-feira (15) que “apesar do aumento das chuvas, a situação ainda requer atenção”.

“A atual condição do solo é bastante seco e, portanto, tem maiores dificuldades de transformação das chuvas em vazões, ou seja, em volumes significativos de água que chegam nos reservatórios do país”, afirmou o órgão.

Apesar de divergir de Bolsonaro, como solução o órgão despeja a crise nas costas da maioria trabalhadora do país, mantendo o aumento da conta de luz que vem causando estragos imensos à maioria da população, chegando a ter casos de famílias se queimando com álcool para cozinhar.




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