Política

OFENSIVA IMPERIALISTA

Bolsonaro chega ao Chile para articular a submissão ao imperialismo na América do Sul

Continuando sua agenda de viagens diplimáticas para fortalecer uma aliança reacionária na América Latina, Bolsonaro desembarcou nesta quinta-feira (21) no Chile. O movimento de mulheres organizou protestos pelo país para repudiá-lo.

sexta-feira 22 de março| Edição do dia

Bolsonaro desembarcou no Chile como parte de uma agenda de viagens que busca fortalecer as alianças entre os reacionários da América Latina. O presidente chileno Sebastián Piñeira foi um dos primeiros chefes de Estado a telefonar para Bolsonaro após as eleições de 2018, totalmente manipuladas pelo judiciário golpista. Ele felicitou Bolsonaro e também compareceu à cerimônia de posse em janeiro de 2019.

Além do Chile ser o segundo principal parceiro comercial do Brasil na região, há um evidente alinhamento ideológico entre os dois presidentes reacionários. Em comum também têm a ânsia para garantir a submissão da América Latina ao imperialismo e os ataques contra os direitos da classe trabalhadora, como é a reforma da previdência no Brasil, a qual Bolsonaro traça plano para aprovar

Ainda nesta sexta-feira (22) Bolsonaro deve se reunir com líderes de outros países da América Latina. É esperado o anúncio de um um grupo de cooperação entre os países alinhado à direita, o Prosur. Tal grupo tem como objetivo facilitar uma maior submissão da região ao capital imperialista. No sábado (23) Bolsonaro deve se reunir com o reacionário presidente do Chile.

Os golpistas seguem se articulando internacionalmente para aprovar cada um dos ataques orquestrados pelo imperialismo, enquanto isso, o movimento de mulheres mostra mais uma vez disposição de luta, colocando-se na linha de frente contra a extrema-direita.




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