Política

LUCROS CAPITALISTAS

Bancos aumentam lucros na pandemia, enquanto sobra miséria para população

Enquanto a população morre de covid, sofre com reformas, repressão policial, desemprego e a fome; os banqueiros dos 4 maiores bancos do país tem aumento de 46,4% dos seus lucros no primeiro trimestre do ano.

sexta-feira 7 de maio| Edição do dia

Foto: divulgação

A última divulgação dos lucros dos 4 maiores bancos do país - Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil - escancara o quanto essa crise não existe para os mais ricos.

Enquanto a população sofre com as reformas que precarizam a vida, a repressão policial, a covid, o aumento do desemprego, a miséria e a fome; esses 4 bancos lucraram 46,4% a mais nesse primeiro trimestre de 2021, em comparação ao mesmo período em 2020. Foram R$ 21,8 bilhões este ano, contra R$14,1 bilhões em 2020.

O governo negacionista de Bolsonaro deixa toda a população à mercê da própria sorte. Com demagogia, faz discurso contra medidas de combate a pandemia, como o isolamento social para os trabalhadores não essenciais, alegando isso estar destruindo a economia. Mas Bolsonaro, militares e aliados atuam com sua política de extrema direita, conservadora e reacionária para garantir que essa crise sanitária e econômica seja descarregada nas costas daqueles que tudo produzem e fazem essa sociedade girar, inclusive utilizam lei como a LSN para reprimir e calar qualquer oposição, manifestação ou levante contra o seu governo.

As outras alas deste regime do golpe institucional - como STF, parlamentares do Congresso e governadores - dizem fazer oposição a Bolsonaro, mas no quesito de garantir os lucros dos grandes empresários e por meio da exploração e opressão, todos atuam juntos para destruir direitos, passando por cima da vida das trabalhadoras e trabalhadores, e da juventude.

Nenhuma confiança pode existir nas saídas de conciliação ou que não coloquem abaixo esse regime golpista, aproveitando para destruir as raízes desse sistema que enriquece às custas da miséria da maioria. É preciso uma saída independente, construída com a força da classe trabalhadora, que junto com a juventude e os movimentos sociais, como de mulheres, negros e indígenas, podem mudar as regras do jogo, assim como fazem as lutadoras e lutadores na Colômbia hoje.

Veja também: Mortes, desemprego e fome: que sejam os capitalistas que paguem pela crise!




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