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3J MINAS GERAIS | "BH precisa lotar as ruas no 3J", diz Flavia Valle

Já são centenas de cidades e capitais preparando os atos de 3 de julho. Apenas em Minas Gerais serão mais de 50 cidades que vão às ruas. Veja o vídeo de Flavia Valle, professora da rede estadual de Minas Gerais, sobre o ato em Belo Horizonte e porque ir às ruas por uma greve geral para derrubar Bolsonaro, Mourão e os ataques.

sexta-feira 2 de julho | Edição do dia

Em BH o ato terá a concentração às 14 horas na Praça da Liberdade. E a concentração da juventude Faísca, do grupo de mulheres Pão e Rosas e de trabalhadores que são parte de construir o Esquerda Diário será a partir das 13h30 em frente ao Memorial Minas Vale.

A professora da rede estadual Flavia Valle convida para a participação dos atos e a marchar também em Minas Gerais pelo fora Bolsonaro, Mourão e contra os ataques, exigindo das centrais sindicais a construção de uma greve geral.

Como afirma a professora, essa proposta veio sendo defendida pelo MRT, junto a estudantes e trabalhadores em assembleias de base de diversas categorias, e a bandeira pelo fora Bolsonaro e Mourão e exigências às centrais sindicais para organizar a luta para derrubar o governo proposta foram pautas aprovada na assembleia de base da UFMG e em subsedes da rede estadual de educação de Minas Gerais na preparação dos últimos dois atos.

Mas para as manifestações de amanhã, que pode ser até maior que as últimas, praticamente nenhuma assembleia foi chamada, diz Flavia. O que mostra uma forma das direções burocráticas de sindicatos e entidades estudantis controlarem o descontentamento social contra o governo.

Com o país ultrapassando mais de 520 mil mortes por Covid, fruto desse governo assassino e também de responsabilidade de governadores, prefeitos e do STF. E enquanto isso, o PT e partidos da esquerda como PSOL, PSTU, PCB e UP, estão unificados com a direita a favor do superimpeachment e gerando ilusões na CPI.

Não tem como fortalecer a luta de trabalhadores, da juventude, dos povos indígenas que lutam contra o PL490, de mãos dadas com Joice Hasselman, com o direitista MBL e todo tipo de golpistas. “E além de tudo, um impeachment pra tirar Bolsonaro e colocar Mourão? Não! Ou esperar as eleições de 2022 a favor de Lula enquanto deixam passar todos os ataques se aliando com os velhos políticos oligarcas como Renan Calheiros como faz o PT? Também não!”, disse a professora.

É preciso apostar na mobilização e na luta de classes pra derrotar esse governo. E pra fortalecer essa saída, a única que não aposta na direita como nossos aliados, que precisamos construir assembleias de base desde nossos locais de trabalho e estudo, pra ser parte da organização de uma greve geral, e aí sim derrubar Bolsonaro, Mourão e os ataques.

Os partidos de esquerda deveriam apostar nessa luta e desde os sindicatos que dirige e organizar a partir delas um grande comitê nacional pela greve geral para derrubar Bolsonaro, Mourão e os ataques. E pela via da mobilização impor uma nova assembleia constituinte.




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