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COVAXIN | Após escândalo da Covaxin, governo decide suspender contrato com vacina indiana

Ministros do governo Bolsonaro anunciaram nesta terça-feira (29) a suspensão do contrato de aquisição da vacina indiana Covaxin, alvo de investigação do esquema de superfaturamento.

terça-feira 29 de junho | Edição do dia

O Ministro da Saúde Marcelo Queiroga e o Ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, anunciaram hoje (29) a suspensão do contrato de compra da Covaxin, vacina indiana.

Essa suspensão ocorre após o contrato ser alvo de investigação por escândalo de corrupção, envolvendo o líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), denunciado pelo servidor Luis Ricardo Miranda e seu irmão, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), na CPI da COVID.

Segundo a nota divulgada, a suspensão tem como objetivo fazer uma "análise mais aprofundada". Isso pouco tempo depois do próprio Ministério ter divulgado que não encontrou irregularidades no contrato. O Ministro Wagner Rosário afirmou que o contrato permanecerá suspenso enquanto a CGU estiver realizando uma "revisão do processo".

O reacionário e negacionista presidente Bolsonaro é suspeito de prevaricação em relação a este caso de superfaturamento com vacinas que ocorreu ao mesmo tempo que mais de 500 mil pessoas perdiam sua vida para a COVID-19 no país.

Leia também: Greve geral para derrubar Bolsonaro, Mourão e impor uma nova Constituinte




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