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Após competição marcada por desigualdades, Ferroviária é campeã da Libertadores Feminina

Depois de ser vice-campeã em 2019, a equipe de Araraquara (SP) venceu o América de Cali (COL) por 2x1 e ganhou o título pela segunda vez na história.

segunda-feira 22 de março| Edição do dia

Jogadoras e comissão técnica comemoram o título (Foto: Reprodução Facebook CONMEBOL.com)

As Guerreiras Grenás da Ferroviária venceram as colombianas do América de Cali por 2x1, com gols de Patrícia Sochor e Aline Milene. Catalina Usme descontou. A partida foi disputada em Buenos Aires. O título se refere a temporada de 2020.

Em 2019, a Ferroviária havia sido derrotada pelo Corinthians na final. Neste ano, as corinthianas ficaram em terceiro lugar, ao vencer a Universidad de Chile por 4x0.

Foi o segundo título da Ferroviária, o primeiro tendo sido em 2015, em uma competição com grande domínio brasileiro. Foram 9 títulos do Brasil em 12 edições disputadas. A primeira edição da Libertadores Feminina ocorreu em 2009, ano em que se disputava a 50ª edição da Libertadores masculina, iniciada em 1960.

Veja também: Afinal, porque as atletas ganham menos?

Em grande contraste com a disputa da Libertadores masculina, a Libertadores Feminina contou com 16 clubes, menos da metade da masculina, e aconteceu inteiramente na Argentina, em apenas dois estádios, o José Amalfitani, em Buenos Aires, e o Nuevo Francisco Urbano, na cidade de Morón. O período de disputa também foi curto, indo dos dias 5 a 21 de março.

Veja também: Como a desigualdade de gênero ajuda a precarizar o futebol feminino




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