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CRIME DA VALE EM BRUMADINHO | Após 2 anos, buscas por onze vítimas do crime da Vale em Brumadinho continuam

O crime da Vale em Brumadinho matou 270 e até hoje 11 vítimas não tiveram seus corpos achados.

segunda-feira 25 de janeiro | Edição do dia

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O crime da Vale em Brumadinho matou 270 pessoas, entre empregados, funcionários de empresas terceirizadas, proprietário e hóspedes de uma pousada.

O caso de Juliana Rezende, que deixou dois filhos pequenos - que também perderam o pai Dennis Augusto da Silva, morreu e até hoje não teve seu corpo encontrado é o dramático exemplo de famílias que até hoje lutam por justiça para poder enterrar dignamente seus parentes. O corpo de Juliana, e de outras dez vítimas da tragédia, não foi encontrado até hoje.

Não há qualquer garantia de que os corpos de Juliana e das outras dez vítimas sejam encontrados. As buscas acontecem em um volume de 11 milhões de metros cúbicos de lama, o equivalente a 4,4 mil piscinas olímpicas.

O Corpo de Bombeiros coloca diariamente 60 integrantes de seu contingente à procura das vítimas, dos quais 40 na chamada zona quente, que é a área total invadida pela lama. O contingente já chegou a ser bem maior, ultrapassando 300, na fase inicial das buscas.

As últimas duas localizações de corpos do desastre foram anunciadas pela Defesa Civil de Minas Gerais em 28 de dezembro de 2019. Por causa da pandemia, as buscas foram suspensas em 21 de março do ano passado e retomadas em 27 de agosto.

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Com informações da Agência Estado




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