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PESQUISA PODERDATA | 44% da população considera Bolsonaro o maior responsável pela gravidade da crise sanitária

Pesquisa feita pelo PoderData aponta que 44% da população considera o presidente negacionista Bolsonaro o principal responsável pela gravidade da crise sanitária no país, entre eles a maioria são mulheres e jovens.

segunda-feira 5 de abril | Edição do dia

Imagem: Adriano Machado/Reuters

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 31 de março, com 3.500 pessoas em 541 municípios dos 26 estados e Distrito Federal. Desses, 44% considera Bolsonaro o principal responsável pelo nível de calamidade sanitária que chegamos no Brasil.

O estudo mostra ainda que 23% responsabiliza as pessoas que desrespeitam as regras de segurança recomendada por especialistas e outros 16% culpabilizam o governador de seu estado. Os prefeitos são responsabilizados por 8% dos entrevistados, enquanto o Ministério da Saúde por 4% e na categoria “outros”, 5%.

Mais detalhadamente, as mulheres e os jovens são a maior parcela que responsabiliza o presidente: 51% das mulheres e entre jovens de 16 a 24 anos, 60%. Ainda, moradores da região norte, 59%; pessoas com ensino superior, 53%; e trabalhadores que recebem entre dois e cinco salários mínimos, 61%.

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Já os que menos responsabilizam Bolsonaro pela pandemia são homens (36%), adultos com idade entre 25 e 44 anos (35%), moradores das regiões Centro-Oeste e Nordeste (38%), pessoas com ensino fundamental (36%) e trabalhadores com renda de até dois salários mínimos (37%).

- 19 mil óbitos em 7 dias: semana mais letal da pandemia por culpa de Bolsonaro e golpistas

Atualmente o país já ultrapassou a marca dos 330 mil mortos por COVID e se aproximando dos 13 milhões de contaminados, com os sistemas de saúde colapsando e doses de vacina faltando. Diante da crise sanitária e econômica, nem Bolsonaro nem militares ou governadores estão levando uma política eficaz e racional de combate à pandemia. Pelo contrário, os golpistas se uniram para aprovar um auxílio emergencial insuficiente que obrigará as pessoas a sobreviverem com R$ 5 por dia.

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