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Martes 17 de Septiembre de 2019
19:13 hs.

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PIB
Com a 15° queda da previsão do PIB, mercado financeiro reduz a alta para 1%
Redação

O PIB (produto Interno Bruto) é o medidor dos bens e serviços produzidos no país, com o nível de crise econômica brasileira, desemprego em massa chagando a mais de 13milhões no país, trabalhos precários com salários de fome a situação de produção no país é preocupante para os analistas.

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Pela 15° vez as estimativas são menores que as projeções, os bancos baixaram as estimativas em relação a indústria de 1, 49% para 0,47%,com estimativa de alta 3% para 2020. Enquanto a inflação recuo para 3,89% para 2019. Já o PIB de conjunto a estimativa foi reduzida de 1, 13% para 1%, essa pesquisa é feita pelo relatório FOCUS que estuda mais de 100 instituições financeiras, para embase a analise apresentar uma base de cálculos.

Esses cálculos levaram a revisão do crescimento do mercado financeiro para o PIB de 019, que só começou a ter maior impacto após a divulgação do resultado do ano de 2018, pois a economia avançou 1,1% e após a análise de uma primeira contração agora no 1° trimestre de 2019, com um tombo de 0,2%.

Agora em março o Banco Central fez uma previsão de 2% de expansão para a economia no país, valores que podem ser alterados e revistos até o final de junho, ao mesmo tempo em que o ministério da economia baixou a previsão de crescimento que anteriormente era de ,2% para 1,6% ainda para este ano.

Com esses apontamentos o mercado financeiro também decidiu revisão suas projeções de crescimento inclusive pra 2020, levando em consideração já esses recuos de previsão. Na semana passada baixou o PIB de 2010 de 2,50% para 2,23%; os bancos não alteraram a previsão de expansão da economia de 2021 e 2022 – mantendo a expectativa de 2,5% para os dois anos.

Inflação para os empresários, carestia de vida para os trabalhadores

Já a situação do mercado financeiro com esse cenário é de queda da expectativa de inflação que antes era de 4,03% e passou a 3,89%, a meta para 2019 era de 4,25%, mas toda meta trabalha com um intervalo de tolerância que neste caso é de 2,75% a 5,75%

Quem define a metade de inflação é o CMN – Conselho Monetário Nacional, para alcançar essas expectativas o Banco Central tem que reduzir ou elevar a taxa básica de juros da economia (SELIC) e em base a suas projeções e expectativas de lucro, vão ditando e mexendo na economia para garantir os lucros dos capitalistas.

O mês de abril teve uma desaceleração de 0,57%, ficando com o IPCA em 0,13% que segundo o IBGE é o menor resultado para o mês desde 2016, e mesmo assim para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação, sendo assim a meta será cumprido de a oscilação se mantiver entre os 2,5% e %,5%.

Estimativas do capital financeiro e o não pagamento da dívida publica

O mercado financeiro manteve em 6,5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Com isso, a previsão é de juros estáveis ainda neste ano. Já para o ano que vem, a previsão caiu de 7,25% para 7%. Assim segue alta as previsões de juros para o ano que vem, ainda que com menor intensidade.

Já no caso do dólar a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2019 ficou estável em R$ 3,80 por dólar e permanece para 2020. O saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 caiu de US$ 50,50 bilhões para US$ 50,14 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado subiu de US$ 45,10 bilhões para US$ 45,55 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, cresceu de US$ 82,65 bilhões para US$ 83,60 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 84,36 bilhões.

Todas essas projeções e expectativas estão a serviço de manter os indicies para seguir o pacto com o capital internacional e entregar o nosso PIB nas mãos do imperialismo, pois a religiosa dívida pública é paga sem questionamento, dívida ilegal, fraudulenta e que é hoje o principal mecanismo de espoliação do Brasil.

Seria necessário para de pagar a dívida pública, investir no país para o desenvolvimento de empregos, de saúde, educação, ao contrário disso o governo segue esvaziando os cofres publicos para dar de bandeira ao imperialismo, exigimos o não pagamento da dívida pública e a cobrança das empresas e bancos que devem a união para que seja investidos nos serviços publicos para responder as necessidades dos trabalhadores e povo pobre.

 
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