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Lunes 16 de Septiembre de 2019
08:36 hs.

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DAVOS: FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL
Suíça: os donos do mundo se reúnem em Davos para seguir planificando a miséria da milhões
Redação

Nesta terça começou a cúpula de Davos, que reúne centenas de empresários, banqueiros, e dirigentes políticos de distintos países, em um cenário político e econômico complexo.

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Desta terça (22) até a próxima sexta (25) ocorre na cidade suíça de Davos, a 49ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial (WEF nas siglas em inglês), mais amplamente conhecido como “Davos”.

O encontro reúne todos os anos os principais empresários e banqueiros dos distintos países, com mandatários e ministros de todo o mundo, ou seja, a nata da direção do capitalismo mundial.

A poucas horas do início, a organização não governamental Oxfam - que todos os anos apresenta um relatório diante do Fórum -, deu o tom, anunciando a obscenidade da desigualdade do mundo capitalista de hoje: as vinte e seis pessoas mais ricas do mundo possuem a mesma riqueza que o 50% mais pobre da população mundial.

Este ano a reunião acontece no marco da continuidade da crise capitalista, do estrondo político que significa a gestão presidencial de Trump no EUA; da ainda não resolvida saída do Reino Unido da União Europeia (“Brexit”); e da desaceleração do crescimento chinês.

Esta segunda-feira desde Davos, antecipando o começo do Fórum que leva seu nome, o Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentou seu informe sobre as Perspectivas Econômicas Mundiais. Segundo o órgão encabeçado por Christine Lagarde a economia mundial crescerá menos do previsto em 2019 e 2020. “Os riscos da economia global se inclinam para baixo”, assinala o informe em que adverte um aumento das tensões comerciais, que marcam uma fonte chave de riscos para perspectivas globais.

O novo foro “desvalorizado” não contará com a presença de alguns dos principais mandatários mundiais. Entre os ausentes estão os líderes dos EUA, Inglaterra, França e China. Enquanto seguem participando Shinzo Abe do Japão, Angela Merkel da Alemanha e Giuseppe Conte, da Itália. Desta vez o presidente Macri não irá participar.

Os elementos de instabilidade próprios da situação econômica não só geraram um clima prévio cheio de controvérsias, que faz referência a questões da ordem mundial, como também a crise da União Europeia, assim como a situação de imigrantes e refugiados dentro da União Europeia e dos EUA.

Também estará atravessada pela polêmica entre “protecionistas” e “globalizadores” e o marco da disputa pela liderança entre EUA e China, cujo a disputa se encontra transitoriamente em uma trégua.

 
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