RIO

Witzel e Crivella são culpados pelos 600 profissionais da saúde afastados no Rio por suspeitas de Covid-19

Fica expresso todo o descaso com a saúde do governo Witzel, que previlegia os lucros dos grandes empresários em detrimento da vida da população

segunda-feira 27 de abril| Edição do dia

Nos municípios da baixada fluminense como Nova Iguaçu, Nilópolis, Duque de Caxias e São João de Meriti somavam, até o dia 16/04, 641 profissionais de saúde afastados com suspeita ou que já testaram positivo para a Covid-19.

Esses dados só apontam o descaso do governo Witzel com a saúde dos profissionais que estão na linha de frente de combate ao vírus. A falta de EPIs, máscaras, e testes massivos aprofunda ainda mais a crise sanitária.

Os trabalhadores arriscam suas vidas todos os dias, em um sistema de saúde feito para colapsar, já que a prioridade de governos como o de Witzel nunca foi a saúde da população, mas, muito pelo contrário, sempre privilegiando os grandes empresários, fica explícita a prioridade do governo em aumentar a violência policial contra a população pobre das favelas.

Isso fica claro quando sabemos que grande parte das mortes violentas do Rio de Janeiro são cometidas por policiais; ou quando vemos o governador dizer que "o policial tem que mirar na cabeça para não ter erro".

Na última semana, vimos o governo do Estado encaminhar a Alerj projeto que permite a privatização de universidades públicas. Além do ataque claro a qualidade da educação, vemos as universidades públicas, que poderiam fornecer estudos e pesquisas destinados a população, e cumprir um importante papel no combate ao COVID-19, indo para as mãos da iniciativa privada, que não têm outro interesse que não seja manter seus lucros.

Os trabalhadores precisam estar com o controle dos hospitais, pois só os profissionais da saúde e a população podem dar as melhores saídas para a crise, e não um governo que privilegia o grande empresariado que não se importa com a vida da população.




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