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Vídeo de professora sobre preço do feijão viraliza nas redes sociais

domingo 10 de julho de 2016| Edição do dia

O vídeo de pouco mais de um minuto chamou a atenção de setores liberais que se organizaram para postar todo tipo de ofensa e insulto na página da professora Maíra Machado querendo deslegitimar um questionamento aclamado por muitos trabalhadores. Questionam a veracidade da informação, naturalizando o preço do feijão, tudo para demonstrar que são contra essa demanda ligada a necessidade de aumento de salário.

A grande questão que nos fica é por que sentem tanta raiva de uma demanda tão necessária para a maioria da população? Em nosso país hoje são milhares de desempregados e um salário que não acompanha o aumento dos preços da mercadoria, enquanto é sabido por todos que um setor de super empresários e políticos seguem ganhando fortunas em troca de uma salário mínimo de fome para os trabalhadores e de corrupção em todos os órgãos de governo. Justamente porque sabem a força que tem as idéias anticapitalistas para resolver as questões mais sentidas pela população.

Para se colocarem contra o direito do trabalhador almoçar e jantar com feijão utilizam xingamentos e desqualificações morais como por exemplo: “jumenta”, “burra”, “analfabeta funcional”, entre outros tipos de ofensas, racistas e homofóbicas em resposta às centenas de comentários onde são rapidamente rebatidos.

Além disso, os comentaristas desse debate, com sua visão estreita e rebaixada se mostram não apenas profundos defensores do capital internacional como tentam chamar de petista qualquer proposta que seja contraria a vender o país para enormes multinacionais estrangeiras. Falam da Venezuela, de Cuba, tudo para dizer quem sem os patrões, sem a burguesia não se pode viver.

Procurada pelo Esquerda Diário, Professora Maíra Machado declarou que “Me espanta ver uma enxurrada de comentários machistas e homofóbicos em um vídeo que defende um direito elementar do trabalhador: consumir itens essenciais da cesta básica brasileira e ter um salário que o permita comprar essas mercadorias, como o feijão"




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