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Bizarrice bolsonarista | ’Verás que um filho teu não foge à luta’, diz bolsonarista Zé Trovão, antes de se entregar

Ele é considerado foragido da Justiça desde o dia 3 de setembro, quando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, expediu um mandado de prisão. O caminhoneiro é suspeito de promover a incitação de atos violentos contra o Congresso Nacional e o STF, por meio de suas redes sociais.

quarta-feira 27 de outubro | Edição do dia

Imagem: REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS

O caminhoneiro bolsonarista Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, divulgou um vídeo em seu canal no Telegram antes de se entregar à Polícia Federal, em Joinville (SC), nesta terça-feira 26.

“Vocês, com certeza, receberão a notícia do Brasil inteiro que neste dia 26 de outubro de 2021, eu me entreguei à Justiça brasileira, me apresentei à Justiça brasileira, porque como diz o nosso hino ‘Verás que um filho teu não foge à luta’, eu jamais iria abandonar o povo brasileiro”, disse em um trecho da publicação.

“Não sei quanto tempo eu passarei no cárcere, mas saibam que tudo isso é pelo Brasil, é por cada ser humano, cidadão de bem”, acrescentou.

Ele é considerado foragido da Justiça desde o dia 3 de setembro, quando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, expediu um mandado de prisão. O caminhoneiro é suspeito de promover a incitação de atos violentos contra o Congresso Nacional e o STF, por meio de suas redes sociais. Além disso, teria descumprido ordens cautelares determinadas anteriormente por Moraes. Desde 20 de agosto, o caminhoneiro também está proibido por ordem judicial de se aproximar de um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A mesma proibição vale para o cantor Sérgio Reis, o deputado Otoni de Paula e outras nove nove pessoas que, segundo investigação, defendiam um “levante” em Brasília no 7 de Setembro.

Independentemente dos detalhes, é fato que Bolsonaro, que Zé Trovão adora cegamente, e o STF, incluindo Alexandre de Moraes, brigam em alguns assuntos, mas dão as mãos em algumas questões essenciais. No que tangem os ataques aos trabalhadores, as reformas neoliberais, as privatizações, STF, Congresso e Bolsonaro estão unidos.

Com informações de Carta Capital




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