Juventude

JUVENTUDE FAÍSCA

Venha debater conosco na Plenária aberta da Faísca São Paulo

A juventude se encontra em um difícil cenário: é o 11º ano de uma profunda crise econômica à nível internacional, o reacionário Bolsonaro governa o país com sua trupe da extrema-direita, disposta a entregar nosso futuro para as potências imperialistas. A ambiciosa Reforma da Previdência, projeto para o qual Bolsonaro foi eleito para colocar em prática, já foi aprovada em primeiro turno no congresso e coloca o governo numa situação de atenuar suas próprias diferenças internas com o objetivo de aprová-la.

quarta-feira 31 de julho| Edição do dia

A juventude se encontra em um difícil cenário: é o 11º ano de uma profunda crise econômica à nível internacional, o reacionário Bolsonaro governa o país com sua trupe da extrema-direita, disposta a entregar nosso futuro para as potências imperialistas. A ambiciosa Reforma da Previdência, projeto para o qual Bolsonaro foi eleito para colocar em prática, já foi aprovada em primeiro turno no congresso e coloca o governo numa situação de atenuar suas próprias diferenças internas com o objetivo de aprová-la.

A recente estabilidade no qual o governo se encontra, já permite que avancem em mais ataques à população uma vez que, nas palavras do próprio Bolsonaro, a reforma será apenas “uma quimioterapia” que não dará conta de conter a crise por si só. Um deles é o projeto Future-se, encabeçado pelo Ministro da Educação Weintraub, que pretende cortar gastos nas universidades federais (algumas das quais já perigam fechar por falta de verba), além de abrir margem para privatizações, privilegiando relações com empresas privadas.

É na juventude também que se expressa os maiores níveis de desemprego, chegando a alarmantes quase 30%, em meio a isso vimos uma direção da entidade nacional que representa o conjunto dos estudantes, a UNE, encabeçada pela UJS, Levante Popular da Juventude e PT, que em meio a seu 57º congresso que acontecia concomitante e há poucos quilômetros da aprovação em primeiro turno da reforma, resolveu fechar os olhos, e chamar um ato meramente testemunhal dois dias depois, se negando a articular a força dos estudantes que se expressou nos dias 15 e 30 de Maio com a classe trabalhadora para barrar a nefasta reforma e os ataques à educação.

Diante disso, nós da Juventude Faísca - Anticapitalista e Revolucionária, juntamente com os companheiros do Nossa Classe batalhamos em cada local de estudo e trabalho pela não separação das lutas, atuamos como uma fração revolucionária nos movimentos de juventude em Maio e na Greve Geral do dia 14 de Junho, vergonhosamente traída pelas centrais sindicais, bem como levantamos um programa antiburocrático e de independência de classe no 57º CONUNE.

Acreditamos que para barrar cada um dos ataques, bem como o avanço da extrema direita a nível internacional, e dar uma saída revolucionária para a crise, é preciso defender a aliança operário-estudantil, e superar as burocracias que hoje freiam o potencial das nossas entidades, que uma vez voltadas para nossas mãos, poderiam servir como verdadeiras ferramentas de luta e auto-organização.

É por acreditar nessa importância que batalhamos desde o CONUNE, com um chamado para a oposição de esquerda para a conformação de um pólo anti-burocrático no movimento estudantil, no qual pudéssemos confluir com setores do PSOL, PCB, PCR e outros setores da oposição para superar a burocracia estudantil que hoje rifa nossos direitos enquanto seus governadores apoiam a reforma de Bolsonaro.

Dado o fim do congresso, o retorno às estruturas e a Greve Geral que está sendo chamada pela UNE e CNTE no dia 13 de Agosto, achamos necessário discutir os rumos do movimento estudantil com todos aqueles que concordaram com nosso programa para o CONUNE, discutindo profundamente quais são as próximas tarefas da juventude marxista que pretende dar uma saída de classe para essa crise.

Seguimos também em diálogo com a Oposição de Esquerda, fazendo um chamado a conformação de plenárias estaduais da oposição tendo em vista a construção de um Encontro Nacional de toda a oposição à esquerda para que seja organizado um plano de lutas para derrotar o conjunto dos ataques.

Para nós, é necessário se apoiar no legado teórico dos revolucionários, resgatando as ideias de Marx, Engels, Rosa, Lenin e Trotski para tirar lições que nos armem para o tamanho da tarefa que enfrentamos hoje, por isso fazemos um amplo chamado àqueles que queiram discutir nossas ideias em nossa Plenária aberta em São Paulo nesse dia 03/08, contribuindo para a conformação de frações revolucionárias em cada local de estudo e trabalho, que possa servir como uma força imparável contra a extrema-direita e as burocracias que rifam nosso futuro.

Data e horário: 03/08 ás 17:00
Local: Praça Américo Jacomino, 49 - Sumarezinho, São Paulo - SP, 05437-010 (Na saída do Metrô Vila Madalena).

Confira o Link do evento: Plenária aberta da Faísca São Paulo - 03/08




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