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Venezuela: a esquerda diz NÃO à farsa de ’Constituinte’

terça-feira 1º de agosto| Edição do dia

Este domingo, 30 de julho, se realizam as eleições para uma Assembleia Constituinte chamada pelo governo de Nicolás Maduro de forma completamente fraudulenta. A jornada transcorre em meio a uma situação de alta tensão com ações de boicote convocadas pela oposição de direita pró-imperialista, além de ameaças de sanção pelo governo de Donald Trump.

A partir da esquerda, a Liga de Trabalhadores pelo Socialismo (LTS) da Venezuela chama a abstenção ativa "contra esta farsa de Constituinte", e "a não dar nem um só voto para legitimar esta fraude, que se dá sob um estado de exceção permanente". Isto não significa cair no "engano da demagogia democrática da posição de direita da Mesa de Unidade Democrática (MUD). Eles são os mesmos do golpe de 2002, que queriam impor uma ditadura militar. Hoje pressionam os militares para que sejam os que removam Maduro e estabeleçam uma ’transição’. Querem impor um plano econômico que aprofundará a miséria do povo trabalhador".

Com esta série de spots (que publicamos em castelhano no Esquerda Diário), a LTS lançou sua posição ante a Constituinte do ponto de vista das necessidades urgentes dos trabalhadores, das mulheres e da juventude.

Ángel Arias: dirigente da LTS

Suhey Ochoa: "como mulheres e feministas dizemos abstenção ativa contra esta farsa de Constituinte"

David Rivas: jovem trabalhador e estudante da UCV

Edison Lara: "Como jovens trabalhadores e militantes revolucionários chamamos a abstenção ativa contra esta farsa de Maduro, sem um átomo de apoio à direita reacionária"




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