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PARALISAÇÃO INTERNACIONAL DOS ENTREGADORES

VÍDEOS: Entregadores de vários países mandam seus apoios à paralisação de 01/07

Contando com uma articulação internacional, essa luta, que começou a ser construída nas últimas semanas e passou a ter bastante notoriedade, é uma importante fonte de esperança para lutadoras e lutadores que viam as lutas nos EUA e as primeiras manifestações Antifascistas e Antirracistas no Brasil.

terça-feira 30 de junho| Edição do dia

No próximo dia 1° de julho, acontecerá a paralisação dos entregadores de aplicativos que ficou conhecida como Breque dos Apps. Contando com uma articulação internacional, essa luta, que começou a ser construída nas últimas semanas e passou a ter bastante notoriedade, é uma importante fonte de esperança para lutadoras e lutadores que viam as lutas nos EUA e as primeiras manifestações Antifascistas e Antirracistas no Brasil.

Os entregadores já vem organizando paralisações e ações espontâneas há tempos e dessa vez a articulação se tornou internacional. A partir da votação desta data, definida pelos entregadores em uma assembléia virtual, articulada pelas redes sociais e que vem ganhando maior adesão e apoio em todo o país, nos colocamos à disposição para articular uma reunião internacional com a ANTR (Assembleia Nacional dos Trabalhadores Entregadores, pela sigla em espanhol), que tem vários grupos de entregadores como La Red (impulsionada pelo PTS, Partido dos Trabalhadores Socialistas, organização irmâ do MRT na Argentina), ATR (impulsionada pelo PO, Partido Obrero) e outros setores. Se somaram também entregadores de outros países latinos e foi debatida a importância de fazer um chamado a uma paralisação internacional. A ANTR já votou em assembleia a paralisação e, nesse sentido, já temos Brasil e Argentina claramente articulados para uma paralisação comum e um chamado a expandir internacionalmente com representantes de diversos países.

Da Costa Rica, o entregador de aplicativos afirma que a precarização é um projeto internacional, e que portanto, a luta contra ela também deve ser:

Do México, o entregador comenta como a pandemia mostrou que nós trabalhadores somos essenciais, mas que pros capitalistas a nossa vida não é, e que só nós podemos batalhar pelos nossos direitos:

Da Argentina, são vários os trabalhadores que compõe a la red apps, uma coordenação nacional de entregadores, que se somam à paralisação internacional no 1º de julho, acompanhando os trabalhadores aqui do Brasil:

Chamado a paralisação internacional:




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