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Uma voz anticapitalista para ecoar entre as trabalhadoras terceirizadas da Caixa

Hoje, estivemos na central de teleatendimento da Caixa, onde trabalham cerca de mil trabalhadores terceirizados, com uma esmagadora maioria de mulheres, para fazer ecoar a campanha de Diana Assunção para vereadora em SP, uma voz anticapitalista entre as milhares que queremos ser.

quinta-feira 25 de agosto| Edição do dia

O trabalho precário é uma pesada realidade para milhões de pessoas no país, onde a maioria são mulheres, onde a maioria são mulheres negras. E é uma pesada realidade empurrada pra baixo do tapete de grandes empresas como a Caixa, que alavancam ainda mais seus lucros sobre a exploração dessas senzalas modernas.

E como bancários, quisemos inaugurar nossa campanha militante nesse lugar que é emblemático para as nossas greves, nesse lugar onde é possível ver na prática o quanto podemos nos fortalecer se derrubamos as barreiras entre efetivos e terceirizados, e lutamos lado a lado. Nesse sentido, a luta que a Diana Assunção junto a outros companheiros que trabalham na USP protagonizaram nas greves da universidade, na defesa dos trabalhadores mais precarizados, é uma referência fundamental para todos nós.

É a partir também desse exemplo de luta, que podemos nos fortalecer pra questionar na prática toda a estrutura de privilégios dos políticos e dos grandes empresários, que é sustentada com o suor do rosto de milhões. E diante disso, questionarmos fortemente: a quem serve o capitalismo?




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